segunda-feira, 17 de julho de 2017

VELOCIDADE MÉDIA 9º ANO - 2017


“A gravidade explica os movimentos dos planetas, mas não pode explicar quem colocou os planetas em movimento. Deus governa todas as coisas e sabe tudo que é ou que pode ser feito.”Isaac Newtonde explicar quem colocou os
FÍSICA
AULAS 1 E 2
ØCONCEITOS BÁSICOS DA CINEMÁTICA
- MECÂNICA
- Área da Física que estuda os movimentos.
Foi dividida em:
CINEMÁTICA: estuda o movimento dos corpos sem enfocar sua causa, procurando investigar o que está acontecendo durante esse movimento: posição, tempo, velocidade, etc.
DINÂMICA: procura investigar suas causas, ou seja, o porquê de um movimento estar ocorrendo.
-O primeiro cientista a se dedicar ao estudo da Mecânica foi Galileu Galilei , embora Aristóteles (384 a.C.) filósofo grego, já tivesse feito algumas observações a respeito dos movimentos dos astros e da queda de corpos.
-Seus estudos tiveram continuidade com Isaac Newton, que por coincidência nasceu no ano da morte do Galileu (1642-1727).
CINEMÁTICA:
É a parte da Física, dentro da Mecânica, que estuda as consequências dos movimentos dos corpos, tais como deslocamento, velocidade, aceleração e tempo gasto.
Para compreendermos essas consequências precisamos, antes, conhecer alguns conceitos básicos. São eles:
- Móvel  - Trajetória - Referencial - Ponto Material - Movimento - Corpo Extenso - Repouso - Posição e Deslocamento 
MÓVEL:
É qualquer corpo que pode se movimentar em relação a um referencial adotado. Por exemplo: um automóvel em relação à Terra. É importante salientar que um móvel não é um objeto que efetivamente se desloque, ou seja, que não esteja fixo no chão.
Fisicamente, qualquer coisa pode ser considerada como móvel. Por exemplo: o prédio dessa escola está em movimento em relação à Lua, portanto o prédio, apesar de estar fixo no solo, pode ser considerado um móvel.
REFERENCIAL:
O estudo do movimento de um corpo depende sempre do referencial escolhido. Chamamos de referencial a todo ponto que adotamos como referência para estudar o movimento dos corpos. Podemos associar esse ponto a um corpo ou local do espaço. Em princípio podemos adotar qualquer referencial para descrever um movimento. 



Para definirmos se um móvel está ou não em movimento precisamos comparar sua posição com a posição de um referencial.

Não há como saber se um corpo está ou não em movimento se não houver um ponto de referência para a comparação. Esse ponto de referência é chamado simplesmente de referencial.
Por exemplo: a Terra está em movimento em relação ao Sol (nesse caso, a Terra é o móvel e o Sol é o referencial adotado).
Quando dois referenciais não aceleram nem giram um em relação ao outro, são chamados de referenciais inerciais. Caso contrário, serão chamados de referenciais não inerciais.
Quando a situação não especificar o referencial a ser utilizado, considere sempre a Terra ou o solo. Por exemplo, se em uma situação genérica for feita uma afirmação do tipo “um corpo se movimenta com velocidade de 80 km/h”, considere que essa velocidade é medida em relação à Terra ou ao solo.

MOVIMENTO E REPOUSO:
Um corpo está em movimento quando sua posição mudar, com o decorrer do tempo, em relação ao referencial adotado. Por exemplo: um carro com velocidade de 80 km/h está em movimento em relação a um poste fixo na rua, pois a posição do carro em relação ao poste varia com o passar do tempo.
Um corpo está em repouso quando sua posição não mudar, no decorrer do tempo, em relação ao referencial adotado. Por exemplo: uma pessoa sentada no banco de um veículo que se movimenta com velocidade de 80 km/h está em repouso em relação ao banco em que está sentada, pois a sua posição não varia em relação ao banco com o passar do tempo. 

Observe que os conceitos de repouso e de movimento são relativos a um referencial adotado. Note ainda que é possível o mesmo objeto estar em repouso e em movimento ao mesmo tempo, basta considerarmos referenciais diferentes.
Por exemplo: considere uma pessoa sentada na poltrona de um avião que está em pleno vôo. Podemos dizer que a pessoa está em repouso em relação às poltronas do avião, por outro lado, podemos dizer também que ela está em movimento em relação ao solo.
PORTANTO, NÃO EXISTE MOVIMENTO OU REPOUSO ABSOLUTO.
TRAJETÓRIA
A trajetória mostra o caminho pelo qual um móvel irá passar ou o caminho no qual ele passou à partir do momento em que entrou em movimento em relação a um referencial.

Num mesmo movimento, adotando-se referenciais diferentes podemos encontrar trajetórias diferentes.
Por exemplo: um avião em movimento retilíneo e com velocidade constante abandona uma bomba. Desprezando-se o efeito da resistência do ar, a trajetória dessa bomba será retilínea para um observador localizado no interior do avião e parabólica para um observador em repouso na Terra.
À medida que a bomba cai o avião se desloca para frente. Assim, se uma pessoa dentro do avião olhar para baixo verá a bomba cair em linha reta, ao passo que um observador parado no chão verá a bomba cair em forma de um arco parabólico.
PONTO MATERIAL:
Um corpo é considerado como um ponto material quando as suas dimensões forem desprezíveis em relação à sua trajetória ou ao local onde ele se encontra.
CORPO EXTENSO:
Um corpo é considerado como um corpo extenso quando as suas dimensões não forem desprezíveis em relação à sua trajetória ou ao local onde ele se encontra.
Por exemplo: um carro. Se o local de referência for a garagem de sua casa, ele será um corpo extenso. Se o local de referência for a extensão da rodovia Anhanguera, ele será um ponto material.
ESPAÇO OU POSIÇÃO (S):
Chamamos de posição ao local ocupado pelo corpo em relação a um dado referencial, num dado instante.
É um número associado à posição do móvel na trajetória. Ele não diz se o móvel está em movimento ou em repouso e nem quanto o móvel se deslocou, ou mesmo se foi à favor ou contra a trajetória.
A única informação concreta dada pela posição S de um móvel é, a que distância o móvel se encontra da origem dos espaços naquele instante. A origem dos espaços é sempre dado por S = 0.

Se um veículo está no km 37 da Rodovia Cândido Portinari, não sabemos em que sentido ele está se movendo ou mesmo se ele está em movimento, pois ele pode inclusive estar parado.
A única informação real que a posição S nos dá é de fato onde o veículo se encontra naquele exato momento. E essa posição é sempre tomada com referência à origem da trajetória, ou seja, o marco quilométrico zero (S = 0).
DESLOCAMENTO ESCALAR (DS):
O deslocamento escalar é a variação de posição sofrida por um móvel sobre uma trajetória. Trata-se de uma simples comparação entre a posição final e a posição inicial do móvel em um trajeto qualquer.
Para calcularmos o deslocamento escalar de um móvel não nos preocupamos com o trajeto do móvel, ou seja, não nos interessa por onde o móvel passou, só nos interessa o lugar onde ele começou (posição inicial) e o lugar onde ele terminou (posição final).
O deslocamento escalar corresponde à diferença entre a posição final e a posição inicial do móvel, no intervalo de tempo (pontos) escolhido.

DESLOCAMENTO ESCALAR (D
S):

DS = S – So
DS = Deslocamento escalar
S = Posição final do móvel
S0 = Posição inicial do móvel
É importante ressaltar que deslocamento escalar e distância percorrida são conceitos diferentes. Enquanto o deslocamento escalar é uma simples comparação entre a posição inicial e a posição final, a distância percorrida é a soma de todos os espaços percorridos pelo móvel.




Exemplo:
Considere a trajetória dada na figura abaixo. Em cada item a seguir determine o deslocamento escalar e a distância percorrida:



Essa trajetória está numerada de um em um metro. A origem da trajetória é o marco zero. A trajetória é orientada positivamente para a direita. As posições dos pontos são as seguintes:
SA = – 7m      SB = – 3m       SC = 0 (está na origem)
SD = + 2m      SE = + 6m


a) Trajeto ABD:

Nesse caso o móvel saiu da posição A, foi até a posição B e em seguida dirigiu-se à posição D.
Deslocamento Escalar:
DS = S – S0 = SD – SA = 2 – ( – 7) = 9 m
Distância Percorrida:
Entre A e B, o móvel andou 4m. Entre B e D, andou 5m. Portanto: Distância percorrida = 9 m
b) Trajeto BED:
Nesse caso o móvel saiu da posição B, foi até a posição E e em seguida dirigiu-se à posição D.
Deslocamento Escalar:
DS = S – S0 = SD – SB = 2 – ( – 3) = 5 m
Distância Percorrida:
Entre B e E, o móvel andou 9m. Entre E e D, andou 4m. Portanto: Distância percorrida = 13 m
c) Trajeto EAB:









Nesse caso o móvel saiu da posição E, foi até a posição A e em seguida dirigiu-se à posição B.
Deslocamento Escalar:
 








DS = S – S0 = SB – SE = – 3 – 6 = – 9  m
Distância Percorrida:
Entre E e A, o móvel andou 13m. Entre A e B, andou 4m. Portanto: Distância percorrida = 17 m
Nesse caso o móvel saiu da posição A, foi até a posição B e em seguida dirigiu-se novamente à posição A.




Deslocamento Escalar:

DS = S – S0 = SA – SA = – 7 – (– 7) = 0  m
Distância Percorrida:
Entre A e B, o móvel andou 4m. Entre B e A, andou 4m. Portanto: Distância percorrida = 8 m
OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:
- O deslocamento escalar será positivo quando o móvel se deslocar mais no sentido positivo do que no sentido negativo da trajetória;
- O deslocamento escalar será negativo quando o móvel se deslocar mais no sentido negativo do que no sentido positivo da trajetória; 







- O deslocamento escalar será nulo em duas situações: quando o móvel permanecer em repouso e quando ele retornar à posição inicial; 

- A distância percorrida somente será igual ao deslocamento escalar em duas situações: quando o móvel permanecer em repouso e quando o móvel caminhar somente no sentido positivo da trajetória, sem voltar.
VELOCIDADE ESCALAR MÉDIA:

É a relação entre o deslocamento escalar e o tempo gasto na sua realização. Pode ser dada em m/s, km/h, cm/s etc. A velocidade escalar média não depende da forma da trajetória (retilínea ou curvilínea). Só depende das condições no início e no final do movimento considerado, e do tempo gasto na sua realização. Matematicamente podemos calcular a velocidade média pela seguinte expressão:
Vm = Velocidade escalar média
DS = Deslocamento escalar
Dt = Tempo gasto
Observe que a velocidade escalar média é dada pela razão entre o deslocamento escalar e o intervalo de tempo, e não como usamos no cotidiano, fazendo a razão entre a distância efetivamente percorrida e o intervalo de tempo.




Isso significa que a velocidade média pode ser positiva, negativa ou mesmo nula, pois depende do valor do deslocamento escalar. Assim:

DS > 0, então Vm > 0. O móvel se desloca a favor da orientação da trajetória. Movimento Progressivo.





DS < 0, então Vm < 0. O móvel se desloca contra a orientação da trajetória. Movimento Retrógrado
.

DS = 0, então Vm = 0. O móvel permaneceu parado ou o móvel se deslocou e retornou ao ponto inicial. 





IMPORTANTE:

No Sistema Internacional de Unidades (SI) a unidade de velocidade é m/s (metros por segundo). Entretanto, estamos mais acostumados a utilizar o km/h (quilômetros por hora). Então, é importante saber transformar de uma unidade para a outra. Para fazer esta transformação adotamos a seguinte regra:
Km/h
x 3,6          
m/s
¸ 3,6
Por exemplo:
72 km/h = 20 m/s (dividir 72 por 3,6)
30 m/s = 108 km/h (multiplicar 30 por 3,6)













































  planetas em movimento. Deus governa todas as coisas e sabe tudo que é ou que pode ser fei

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

PROPRIEDADES DA MATÉRIA


A matéria e suas propriedades

A Química é a ciência que estuda a constituição da matéria, sua estrutura interna, as relações entre os diversos tipos de materiais encontrados na natureza, além de determinar suas propriedades, sejam elas físicas – como, por exemplo, cor, ponto de fusão, densidade, etc. – ou químicas, que são as transformações de uma substância em outra.

Matéria, Corpo e Objeto

Chamamos matéria a tudo que tem massa, ocupa lugar no espaço e pode, portanto, de alguma forma, ser medido. Por exemplo: madeira, alumínio, ferro, ar, etc.

Corpo é uma porção limitada da matéria e objeto é um corpo fabricado para um determinado fim.


O bloco de parafina é um corpo
A vela é um objeto

Resumindo, podemos dizer que o ferro é matéria, uma barra de ferro é um corpo e um portão de ferro é um objeto.

Propriedades da Matéria

A matéria apresenta várias propriedades que são classificadas em gerais, funcionais e específicas.

Propriedades Gerais da Matéria
São comuns a toda e qualquer espécie de matéria, independentemente da substância de que ela é feita. As principais são: massa, extensão, impenetrabilidade, divisibilidade, compressibilidade e elasticidade.

Massa

A massa é uma propriedade dos corpos relacionada à quantidade de matéria que o corpo possui.
Ela é uma grandeza que pode ser medida. A medida padrão utilizada para medir a massa é o quilograma (kg), segundo o sistema internacional de Unidades (SI). O grama (g) é uma unidade de massa derivada do quilograma, e é empregado na medida de pequenas quantidades de massa.
A balança é o instrumento utilizado para medir a massa.

   Balança de pratos  Balança                                                                                                                                  eletrônica

Volume

O volume é uma grandeza que indica o espaço ocupado por uma determinada quantidade de matéria.
No sistema internacional (SI), a unidade que mede o volume é o metro cúbico (m3). Também é comum a utilização do litro ou do mililitro (mL) na medida de volume. O leite, o refrigerante e muitos outros líquidos podem ser medidos usando-se o litro como unidade de medida.

O decímetro cúbico e o litro
O decímetro cúbico (dm3) é o volume de um cubo cuja aresta meça 1 dm (um decímetro), ou seja, 10 cm. Essa unidade é equivalente ao litro (L)
1 dm3 = 1L

O centímetro cúbico e o mililitro
O centímetro cúbico (cm3) é o volume de um cubo cuja aresta meça 1 cm. Agora acompanhe o raciocínio: Um decímetro cúbico corresponde a mil centímetros cúbicos (1 dm3) = (1000 cm3). O mililitro (mL) é a milésima parte do litro e, assim, um litro corresponde a mil mililitros (1L = 1000 mL).
Como um décimo cúbico equivale a um litro, podemos, então afirmar que:

1 dm3 = 1L = 1.000 cm3 = 1000 ml

Assim, decorre que: 1cm3 = 1 ml
Extensão: Propriedade que a matéria tem de ocupar um lugar no espaço. O volume mede a extensão de um corpo.



Para medir o volume do peixe pode-se colocar água num copo graduado e, em seguida, mergulhar o peixe lá dentro, como se vê na figura. A diferença de volume visto pela graduação do copo é o volume ocupado pelo peixe. Pode-se fazer isso com qualquer objeto que deseja-se conhecer o volume.
 Inércia

Propriedade que a matéria tem em permanecer na situação em que se encontra, seja em movimento, seja em repouso. Quanto maior for a massa de um corpo, mais difícil alterar seu movimento, e maior a inércia. A massa mede a inércia de um corpo.


Impenetrabilidade

Dois corpos não podem ocupar, simultaneamente o mesmo lugar no espaço.

O ar é uma matéria que ocupa espaço e que não deixa a água entrar molhando o papel.


Compressibilidade

Propriedade da matéria que consiste em ter volume reduzido quando submetida a determinada pressão.


Ao puxar o êmbolo, o interior da seringa é preenchido pelo ar. Quando o êmbolo é empurrado, o ar em seu interior é comprimido, pois sua saída da seringa foi obstruída pelo dedo.
Elasticidade

Propriedade que a matéria tem de retornar seu volume inicial - após cessada a força que causa a compressão.

O êmbolo está sendo empurrado para a saída de ar da seringa, mas essa saída é obstruída pelo dedo. O êmbolo, ao ser liberado da força a que era submetido, retorna à posição inicial na seringa, e isso mostra a elasticidade do ar.


Divisibilidade

Propriedade que a matéria tem se reduzir-se em partículas extremamente pequenas.


Indestrutibilidade

A matéria não pode ser criada nem destruída, apenas transformada.


Balança eletrônica



quarta-feira, 21 de setembro de 2016

DIA DA ÁRVORE - CONSCIÊNCIA VERDE

Ambiente verde: Protegendo o presente e, garantido o futuro das novas gerações



      A conscientização ambiental nas escolas torna-se imprescindível para despertar nos educandos o interesse pelo desenvolvimento ambiental sustentável. Dentro do atual contexto das catástrofes naturais como: falta de água, desmatamentos irregulares, assoreamento dos rios, e queimadas que alem de poluir, elevam grandemente a temperatura da terra devido o aumento do dióxido de carbono. 
    Conhecedores de tao triste realidade a Escola Tancredo Neves,   Empresa Agro-Amazônia, Prefeitura Municipal e, Viveiro Horizonte Verde. Consolidam uma parceria para comemorar o dia da arvore e, contribuir para minimizar os impactos ambientais no município, tendo como protagonistas os alunos que aprenderam na pratica como plantar mudas de Açai, Mogno, Ipê, Cedro, Jatobá e Figueira, protegendo e restabelecendo parte da flora  regional.